A nail designer Kelvya Sá, de Petrolândia, utilizou as redes sociais para denunciar uma situação ocorrida durante uma viagem da Auto Viação Progresso, com saída do Recife e destino a Petrolândia.
Segundo Kelvya, ela havia adquirido uma passagem na categoria leito, mas, ao chegar ao ônibus, teria sido informada pelo próprio motorista de que a parte inferior do veículo estava na garagem. Ainda de acordo com o relato, passageiros que haviam comprado bilhetes para o serviço leito foram acomodados nas poltronas traseiras, próximas ao banheiro.
A passageira também relatou a presença de várias baratas dentro do ônibus durante a viagem.
“Infelizmente não foi exagero e nem questão de ‘querer luxo’. Eu paguei por uma passagem leito justamente para ter o conforto que essa categoria oferece”, afirmou Kelvya na publicação.
Ela também criticou as condições de higiene do veículo e afirmou que os passageiros têm direito de receber o serviço nas condições em que ele foi contratado.
“A gente paga caro esperando, no mínimo, que o serviço contratado seja cumprido e que exista higiene e respeito pelo consumidor. Isso não é luxo, é o básico”, escreveu.
Progresso se manifesta
Após a publicação, o perfil oficial da Auto Viação Progresso respondeu à denúncia e pediu desculpas aos passageiros pela situação.
Em nota publicada nos comentários, a empresa informou que o veículo de número 6168 já havia passado por inspeção e dedetização, mas reconheceu que, apesar dos procedimentos realizados, ocorreu a situação relatada.
A empresa afirmou ainda que, assim que tomou conhecimento do problema, enviou o ônibus de número 6108 para atender aos passageiros.
A Progresso também declarou que pretende intensificar os procedimentos de inspeção, higienização e dedetização da frota, com o objetivo de evitar que episódios semelhantes voltem a ocorrer.
“Reforçamos nosso compromisso com a segurança, o conforto e o bem-estar dos nossos passageiros”, afirmou a empresa.
Até o momento, não foram divulgadas outras informações sobre eventuais medidas adotadas em relação ao veículo ou sobre a viagem específica.
O caso ganhou repercussão nas redes sociais e reacende a discussão sobre as condições de higiene, conforto e cumprimento dos serviços oferecidos aos passageiros do transporte rodoviário.




