Category: Artigo

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Você sabe quem sou eu? – Por Ademar Rafael

Produção incluída na coletânea Poetize 2026, recentemente publicada.  Levei luminosidade  À caverna de Platão,  Dei voz para Jamelão  Cantar música de saudade.  Condenei a crueldade  Do holocausto judeu.  Na obra de Galileu  Coloquei ordenamento.  Controlo a força do vento.  VOCÊ SABE QUEM SOU EU?    Criei a luz que propaga  A lua sobre a lagoa.  Dei talento a Figueiroa  Pra ser destaque na zaga.  Ajudei Luiz Gonzaga  A escrever “Pense N’Eu”.  A Julieta e o Romeu  Juntei na eternidade.  Estimulo a

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Versos – por Ademar Rafael

Poema produzido para VII Antologia de Escritores Santanenses & Convidados, aprovado para inclusão na obra publicado sobre o certame. Leio e tenho divulgado  Coisas que o poeta cria? E livros com poesia Por onde tenho comprado? Quanto ao forró ritmado Eu escuto compreendo? Divulgador estou sendo  Das obras do Rei Luiz? Pela cultura raiz  O QUE É QUE EU ESTOU FAZENDO?   Não retiro de ninguém  O que cobro por direto? Defendo que meu conceito  É único que gera o bem? Pelo

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O voo solo de Marília e a construção coletiva de Maria

O tabuleiro político em Pernambuco está longe de qualquer marasmo. Pelo contrário, ferve. A mais recente labareda atende pelo nome de Marília Arraes, que decidiu transformar em fato consumado aquilo que já vinha sendo ensaiado nos bastidores: a disputa pelo Senado. O anúncio, feito pela própria no último fim de semana, soou menos como surpresa e mais como rompimento formal de um acordo que, ao que tudo indica, ficou pelo caminho. Em nota, o presidente do Solidariedade, Paulinho da Força,

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Culinária nordestina – por Ademar Rafael

Trabalho produzido para certame Antologia Encantos Nordestinos – Volume 4, classificado para publicação no livro alusivo ao evento. Os ENCANTOS NORDESTINOS Não cabem numa moldura Integram sua cultura Os pratos típicos e finos, Urbanos e campesinos, Do litoral ao sertão. Começo no MARANHÃO Com seu “Arroz de Cuxá” Tem “Sarrabulho” por lá “Mocotó” e “Cozidão”.   PIAUÍ terra adorada Da “Cajuína” e do “Mel” Do “Arroz Maria Isabel” “Chá de burro”, “Panelada” E a gostosa “Maxixada”. No estado do CEARÁ Eu destaco o “Mungunzá”, Também

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Mundo real, percepções – por Ademar Rafael

Poema produzido para IV Antologia Arapiraquense – Escritores, Leitores & Convidados”, classificado e incluído no livro A ganância ocupa o lar Que antes era ocupado Por algo acostumado Ao semelhante ajudar. A compaixão deu lugar Para ações descabidas Por orgulhos revestidas De desonra e negligência E os níveis da imprudência Muito acima das medidas.   A traição entre parceiros Assume a normalidade E os caminhos da verdade Viraram desfiladeiros. Moradas de companheiros São por outros demolidas Banalização de vidas Ganha peso na

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Turma da Pipoca – por Ademar Rafael

Poema produzido para a festa mais democrática do mundo, no camarote ou na “Turma da Pipoca” todos curtem a seu modo. VIVA O CARNAVAL. A maior festa profanaDesde a antiguidadeSinônimo de alegriaO mesmo que liberdadeNão ruas e nos salõesEmpolga as multidõesTraduz criatividade. Tem representatividadeNa cidade de VenezaEm Recife e em Olinda,Em Quebec, em FortalezaNa mansão e na maloca…No desfile cariocaOstenta toda riqueza. Em Salvador com certezaO Circuito Barra x OndinaMostra para o mundo todoUma festa que ensina:“Como curar depressão,movido pela

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Natal perfeito – por Ademar Rafael

Soneto produzido para certame poético sobre o tema “Natal uma história de amor”, promovido em 2024. Se o menor abandonadoAo invés de espinho e cruz,Tiver um “Natal de Luz”Como o que tem em Gramado. Se o menino faveladoSem a arma e o capuzGanhar rota que conduzÀ mesa do saciado. Se o menino de ruaReceber na vida suaDignidade e valor. Quando isto acontecerA criança vai dizer:“Tive um Natal de amor.”

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“Interpoética – Besta Fubana”, por Ademar Rafael

Neste domingo apresento um regate histórico sobre um dos primeiros espaços para divulgar a poesia na rede mundial de computadores, “Interpoética – Besta Fubana” e reproduzo estrofes feitas em 2009 e publicadas no referido coletivo poético. Certa noite, num sonho sem igualEu sonhei com a deusa minha musa.Acordei ao ouvir Zé de Cazuza,Defendendo a “Corda virtual”.Que não é uma corda de sisalQue amarra boi brabo no mourão.Mas que prende através da emoção.Sai sorrindo quem nela entra chorando.Quero César Leal me

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