
Na política, gestos também têm prazo de validade?
Quem acompanha os bastidores da política já está acostumado a ouvir uma palavra que costuma definir muitos movimentos silenciosos: gesto. Em Pernambuco, ela aparece frequentemente quando um líder abre mão de um espaço, muda de partido ou assume um posicionamento em favor de um projeto maior. Em paralelo, existe outra expressão popular que traduz bem essa realidade: “engolir o sapo”. No fim das contas, ambas representam o mesmo princípio: ceder hoje esperando reconhecimento amanhã. Foi exatamente essa expectativa que cercou




